19 de julho de 2009

(re)página


Podem aceder ao projecto final através do link:

15 de julho de 2009

conclusões(pensamento#3)

Na recta final desta experiência metódica/científica há diferentes conclusões a retirar consoante os conceitos analisados:



(RE)PRODUÇÃO
reprodução: "s.f., propagação; multiplicação; cópia; nova edição."

Enquanto que nos meios físicos é possível uma página ser impressa e reproduzida várias vezes, seja através de meios convencionais ou tecnológicos, no mundo da web a visualização das páginas pelo utilizador é processada de modo diferente: existe apenas uma página que é visualizada pelos inúmeros utilizadores de internet que visitam o sítio onde ela se encontra.
Deste modo, e pegando no texto "Ensaios sobre Reprodutibilidade", a reprodução de páginas web é aqui enunciada de forma profusa e não-linear.



ENCADERNAÇÃO/ HIPERLIGAÇÃO

Ao contrário de no livro físico, onde a encadernação das páginas apenas permite uma ordem de leitura pré-definida pela numeração, na web, as hiperligações permitem ao utilizador percorrer as páginas digitais sem uma ordem vincada e pré-estabelecida, e nunca perdendo a percepção daquilo que está a ver.



fase#3



Da fase anterior extraí 3 possíveis conceitos de análise e experiência para este trabalho: reprodução (de páginas, aplicada à web); encadernação (através de hiperligações); e frente&verso da página web. Sendo os dois primeiros perfeitamente possível de trabalhar, parece-me o 3º conceito mais complicado de enunciar sem ser de uma forma imediata.


15 de junho de 2009

fase#2





Para esta fase fiz já uma pequena experiência para a (re)página.
Baseando-me no significado do conceito 'reprodução' de páginas apliquei-o ao contexto digital, através de janelas 'pop-up'. O conteúdo textual dessas janelas ainda não está de acordo com o conteúdo final do exercício.


9 de junho de 2009

'Ensaios sobre Reprodutibilidade' (pensamento#2)


Neste livro de José Quaresma e Fernando Rosa Dias (ambos docentes na FBAUL), encontrei o texto que vou colocar na experiência metódica/científica 'Biblioteca de Babel. Fala sobre a reprodutibilidade ao longo da história da gravura, podendo adequar-se à reprodutibilidade/remediação entre os media:

"(...) O Sistema de representação da era Moderna (dominante do Renascimento ao Barroco), passou a basear-se numa relação mimética com um modelo (natural ou ideal). A imagem era uma cópia cujo valor assentava numa comparação, remetendo para uma origem. Ela actuava na lei natural do valor. A ética e a metafísica (do homem e da natureza) sustentavam uma densidade do real a que o signo obedecia. Era uma lógica de contrafacção em que o falso surgia perante e em relação com a verdade do modelo. Era perante essa verdade, e na sua necessidade, que se exploravam os poderes da ilusão. Mas era essa mesma referência ao mundo que libertava o signo da obrigação insuperável, para o emancipar ao referenciá-lo perante o real. Já não a obrigação do signo interior de uma ordem simbólica forte, mas a relação do signo com uma autoridade ou "razão referencial"; ou seja, o "signo emancipado". Daí que nos finais da Idade Média tenham nascido simultaneamente as primeiras formas modernas de representação mimética, de cópia, de moda e de reprodutibilidade técnica."

Fernando Rosa Dias
"Representação e Reprodutibilidade" in
Ensaios sobre Reprodutibilidade


3 de junho de 2009

pré-fase 2 (pensamento#1)

27 de maio de 2009

de novo...!

Aqui volto eu ao conceito remediação e mais uma vez com experiências para Laboratório! Mas desta vez vai ser diferente: o objectivo já não é aplicar o conceito remediação no objecto livro, mas sim na página digital (que só por sim, já é um objecto "remediado").
Para já, ficam os ecrãs mostrados na aula com os meus pensamentos iniciais para este trabalho: a continuação do (re)livro, pegando nos aspectos que podem ser transpostos para a página de internet.